Bem-vinda em seu 1o. registro para a Grande Curitiba!
Espécie: Levina levina (Plötz, 1884).
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
Saiba mais: https://www.inaturalist.org/observations/25968633
A espécie não foi elencada na última publicação que compila dados para Grande Curitiba: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=45552790009
quarta-feira, 29 de maio de 2019
sábado, 25 de maio de 2019
A vida de Eunica eburnea
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Eueides isabella dianasa...

Como prometido aí está a borboleta inteira, esbanjando beleza! Esta é uma das espécies que em sua fase larval consome folhas de maracujazeiros. Não é linda?
Espécie: Eueides isabella dianasa (Hübner, [1806]).
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
#borboleta #natureza #biologia
terça-feira, 21 de maio de 2019
sábado, 18 de maio de 2019
CAMUFLAGEM - VÍDEO
quinta-feira, 16 de maio de 2019
A vez da fêmea!

Como prometido, mostramos agora a beleza da fêmea que acompanhava o lindo macho azul, que você pode rever AQUI!
Espécie: Myscelia orsis (Drury, 1782) - Fêmea.
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
terça-feira, 14 de maio de 2019
Myscelia orsis, na hora certa!
Parado no local onde já existiu um relógio, este espetáculo da Natureza revela como é bom ter um momento na vida para esquecer do tempo...
Aguarde, logo mostraremos a beleza da fêmea que o acompanhava antes deste intervalo no braço de quem os observava!
Aguarde, logo mostraremos a beleza da fêmea que o acompanhava antes deste intervalo no braço de quem os observava!
Espécie: Myscelia orsis (Drury, 1782) - Macho.
domingo, 12 de maio de 2019
FELIZ DIA DAS MÃES!
quinta-feira, 9 de maio de 2019
O que houve neste encontro de Adelphas?
Com algum antepassado em comum, cada espécie do gênero Adelpha seguiu o rumo dos próprios encantos pelas gerações. Mas quem garante que neste delicioso café da manhã não houve pelo menos um flerte entre estas borboletas de espécies diferentes?
#borboletas #biologia
Espécie abaixo: Adelpha serpa serpa (Boisduval, 1836).
Espécie acima: Adelpha mythra (Godart, [1824]).
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
#borboletas #biologia
Espécie abaixo: Adelpha serpa serpa (Boisduval, 1836).
Espécie acima: Adelpha mythra (Godart, [1824]).
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
terça-feira, 7 de maio de 2019
Oviposição de Mechanitis lysimnia...
Olha só o detalhe dos ovinhos brancos nesta foto! A fêmea passou cerca de 30 minutos sobre a folha, colocou o primeiro ovinho e depois de um intervalo seguiu para os próximos. Às vezes, imediatamente após liberar um dos pequenos ovos, abria e fechava as asas, como se aplaudisse o próprio feito de honrar gerações!
Espécie: Mechanitis lysimnia (Fabricius, 1793).
Local: Campina Grande do Sul.
sábado, 4 de maio de 2019
A transparência está no ar...
Quem não sonha com uma relação transparente? Pois para esta espécie este sonho é uma realidade!
Espécie: Pteronymia carlia Schaus, 1902.
Local: Campina Grande do Sul, Paraná.
terça-feira, 30 de abril de 2019
Conceituação científica e legal aplicada à gestão de fauna no Brasil.
Por Deni Lineu Schwartz Filho - Biólogo
Do ponto de vista essencialmente técnico, científico e do senso comum, entende-se por fauna silvestre o conjunto de animais vivendo no meio ambiente, onde desempenham as suas funções ecológicas, não dependendo de cuidados humanos para sobreviver. Nesse caso, entende-se por meio ambiente os ecossistemas naturais ou alterados, localizados nas unidades de conservação ou nas áreas rurais, periurbanas ou urbanas. A fauna silvestre pode conter exemplares de espécies autóctones, ou seja, que têm a distribuição geográfica natural ocorrendo naquele bioma, ou espécies alóctones, cuja distribuição geográfica original ocorre em outro bioma.
Do ponto de vista legal o conceito técnico-científico foi contemplado corretamente na Lei 5.197/1967, que já em seu primeiro artigo conceitua fauna silvestre como: “Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais ...”. Ou seja, tal como na conceituação técnica, o conceito trazido pela Lei 5.197 refere-se especificamente aos ANIMAIS que estão fora do cativeiro, ou seja, que vivem de forma independente no meio ambiente. Neste caso, os exemplares de espécies que não ocorrem naturalmente no Brasil (espécies exóticas), quando estabelecidos no meio ambiente, também são considerados animais silvestres. Essa conceituação legal é também similar ao usualmente utilizado em países com legislações ambientais bem consolidadas como nos EUA, no Canadá, na Austrália e nos países da comunidade Europeia.
Já a Lei 9.605/1998, desvirtuou completamente o conceito técnico-científico de fauna silvestre ao definir que: “São espécimes da fauna silvestre todos aqueles pertencentes às espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte de seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território brasileiro, ou águas jurisdicionais brasileiras”. Ou seja, essa lei considera como silvestres os animais pertencentes às ESPÉCIES que têm o ciclo de vida ocorrendo no território brasileiro, que no caso se aplica somente às espécies nativas do Brasil. Neste caso, os exemplares de espécies que não ocorrem naturalmente no Brasil (espécies exóticas), não são considerados silvestres, mesmo quando estabeleceram populações autossuficientes no meio ambiente.
É nítida a diferença entres os conceitos definidos na Lei 5.197/67 e na Lei 9.605/98. A primeira refere-se a silvestres como os INDIVÍDUOS, que independente da espécie, vivem naturalmente no meio ambiente. Já a segunda lei, refere-se a silvestres como os exemplares pertencentes a ESPÉCIES com distribuição geográfica original ocorrendo dentro do território Brasileiro, não importando se esses exemplares vivem de forma autossuficiente no meio ambiente ou são mantidos fora do seu habitat natural (ex situ), dependendo de cuidados humanos para sobreviver.
Problemas para a gestão da fauna, trazidos pela Lei 9.605/98:
a) Do ponto de vista biológico não existem espécies silvestres ou espécies domésticas, existem sim populações silvestres e populações domésticas de determinadas espécies. Como exemplo temos o cão e o lobo, que pertencem a mesma espécie biológica (Canis lupus). As populações domésticas da espécie abrangem as várias raças caninas e as populações silvestres são conhecidas como lobos. No Brasil temos a espécie Cairina moschata, cujas populações domésticas são conhecidas como patos-domésticos e as populações silvestres são conhecidas como patos-do-mato, sendo que as populações silvestres e domésticas usualmente se intercruzam. Ao introduzir o conceito errôneo de “espécie silvestre”, a Lei 9.605/98 dificulta o uso sustentável e a gestão dos recursos faunísticos, deturpando o estabelecido na Lei 5.197/1967, que visou inibir o uso extrativista (caça) e incentivar o uso sustentável (criação).
b) Os animais que vivem ou que se originaram no meio ambiente (in situ) têm natureza jurídica diversa dos animais originários em criadouros autorizados (ex situ). A Lei 9.605/98 junta no mesmo balaio dois objetos com natureza jurídica distinta, criando uma séria distorção, onde um bem de uso difuso, tutelado coletivamente e tipicamente regido pela legislação ambiental, se confunde com um bem privado, tutelado pelo proprietário e regido majoritariamente pelo código civil (marginalmente pela legislação ambiental que veda tratamento cruel a qualquer tipo de animal).
Para fins práticos de gestão e na formulação de normativas de fauna, é altamente recomendável:
a) Evitar o emprego dos termos “animais silvestres” ou “animais da fauna silvestre” para se referir aos animais, que independente da espécie, nasceram em condição ex situ, e que, portanto, dependem de cuidados humanos para sobreviver. Definitivamente não são exemplares silvestres. Esses animais devem ser referidos como “animais da fauna nativa nascidos em empreendimentos autorizados”.
b) Evitar o emprego de termos como criação ou comercialização de “animais silvestres” ou “animais da fauna silvestre”, mesmo quando se referir às espécies da fauna brasileira, pois os exemplares oriundos do meio ambiente, em tese, não podem ser comercializados nem mantidos como animais de estimação. Também neste caso pode-se utilizar os termos “criação ou comercialização de animais da fauna nativa...”.
c) Evitar o emprego do termo “espécie silvestre”, pois do ponto de vista biológico não existem espécies silvestres. Existem sim populações silvestres e populações domésticas de determinada espécie. Usar preferencialmente os termos: “espécie nativa”, “espécie exótica” e “espécie doméstica”.
d) Jamais utilizar o termo “espécie silvestre exótica”, pois além do erro conceitual do ponto de vista biológico, esse termo é frontalmente contrário ao conceito constante na Lei 9.605/98.
Recomendamos que para fins práticos de gestão e na formulação de normativas de fauna, sempre que possível, se utilizem termos que não confrontem a legislação brasileira e ao mesmo tempo mantenham significado científico e técnico preciso, tais como:
a) Fauna nativa: O conjunto de espécies cuja distribuição geográfica original inclui o território brasileiro e suas águas jurisdicionadas. Sinônimo de fauna brasileira ou de fauna indígena.
b) Fauna exótica: O conjunto de espécies cuja distribuição geográfica original não inclui o território brasileiro ou suas águas jurisdicionadas. Sinônimo de fauna alienígena.
c) Fauna doméstica: O conjunto de espécies cujo processo de evolução foi influenciado ou induzido pelo homem através da seleção de caracteres desejáveis ou pelo melhoramento genético. Para fins de gestão, essas espécies são consideradas oficialmente domésticas. São espécies que podem conter populações selvagens, mas onde a maioria dos indivíduos dependem de cuidados humanos.
d) Animal silvestre: Exemplar que vive no habitat e bioma natural de sua espécie, sem depender de cuidados humanos ou que vive sob cuidados humanos, mas é originário do meio ambiente.
e) Animal asselvajado: Exemplar de espécie considerada doméstica, que se adaptou a viver no meio ambiente, desempenhando as funções ecológicas fora do bioma de origem da espécie e totalmente independente de cuidados humanos. Sinônimo de animal alçado.
Suor nutritivo...
quinta-feira, 25 de abril de 2019
A bela dos olhos negros!

Aí está a dona dos olhos negros, cujas fases larvais se alimentam de plantas do grupo das figueiras. Espetáculo!
Espécie: Marpesia petreus (Cramer, 1776).
Local: Curitiba, Paraná.
"Mas, num misto piedade e revolta,
dois olhos negros miram de longe,
sem ninguém notar...
Acima dos montes, além das cumeeiras,
das copas frondosas das grandes figueiras
dois olhos contemplam buscando entender:
"- Já faz tanto tempo..."" - recorte da poesia Olhos Negros de Carlos Omar Villela Gomes.

terça-feira, 23 de abril de 2019
De quem são estes lindos olhos negros?
Quem nos observa com estes lindos olhos negros?
domingo, 21 de abril de 2019
quinta-feira, 18 de abril de 2019
Anartia amathea roeselia
terça-feira, 16 de abril de 2019
Adelpha mythra e seu ovo!
segunda-feira, 15 de abril de 2019
sábado, 6 de abril de 2019
terça-feira, 2 de abril de 2019
Observação de borboletas e nosso cérebro!

Dia 5 de abril, 20 horas, seminário online gratuito!
INSCREVA-SE AQUI: https://casadobiologo.com.br/preinscricao/
segunda-feira, 1 de abril de 2019
domingo, 31 de março de 2019
sábado, 30 de março de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
quinta-feira, 28 de março de 2019
quarta-feira, 27 de março de 2019
Doxocopa laurentia - Fêmea
terça-feira, 26 de março de 2019
Doxocopa laurentia, dono de lindas escamas...
segunda-feira, 25 de março de 2019
De quem são estas escamas?
ATENÇÃO! Curso de observação de borboletas!

O curso será ministrado inteiramente na Reserva Ambiental Serelepe, onde há um belíssimo borboletário. Teremos muitas aulas práticas no interior e também na área externa do borboletário. Serão dois dias de curso, totalizando 12 horas, cada dia com início 9h e encerramento 16h. Neste primeiro curso serão disponibilizadas pouquíssimas vagas.
Aguarde, nos próximos dias traremos mais informações.
Pré-inscrição: https://www.casadobiologo.com.br/preinscricao/
sábado, 23 de março de 2019
BORBOLETAS - ALIMENTAÇÃO
Saiba em menos de dois minutos como as borboletas se alimentam!
Apenas com imagens obtidas em ambiente natural, o vídeo mostra o aparelho bucal das borboletas - espirotromba - em funcionamento durante a alimentação, que pode ser em flores, frutos, sugando orvalho, nutrientes de solo, ou mesmo fezes de aves.
sexta-feira, 22 de março de 2019
A morte de Tegosa claudina...
Quem nunca parou uma vez na vida e se perguntou: o que estou fazendo?
Pois a aranha abaixo pensaria da mesma forma se fosse como nós, afinal, é conhecida como papa-mosca, e não como papa-borboleta. Depois de alguns minutos do momento no qual ceifou a vida da pequena Tegosa claudina, acabou por deixá-la cair morta ao chão, de onde foi retirada por um bando de formigas... O caso trágico foi registrado esta semana, em Curitiba.
Espécie de borboleta: Tegosa claudina (Eschscholtz, 1821).
Espécie de aranha: Aphirape misionensis Galiano, 1981.
Agradecemos Alexandre Michelotto pela identificação da aranha.


Pois a aranha abaixo pensaria da mesma forma se fosse como nós, afinal, é conhecida como papa-mosca, e não como papa-borboleta. Depois de alguns minutos do momento no qual ceifou a vida da pequena Tegosa claudina, acabou por deixá-la cair morta ao chão, de onde foi retirada por um bando de formigas... O caso trágico foi registrado esta semana, em Curitiba.
Espécie de borboleta: Tegosa claudina (Eschscholtz, 1821).
Espécie de aranha: Aphirape misionensis Galiano, 1981.
Agradecemos Alexandre Michelotto pela identificação da aranha.


quinta-feira, 21 de março de 2019
Espetáculo invisível nas escamas de Pterourus scamander grayi!
quarta-feira, 20 de março de 2019
Pterourus scamander grayi, superfície ventral...
Pterourus scamander grayi (Boisduval, 1836), superfície ventral das asas, maravilhosa!
E amanhã, não perca, vamos conhecer as escamas de suas asas!
E amanhã, não perca, vamos conhecer as escamas de suas asas!
terça-feira, 19 de março de 2019
A exuberância de Pterourus scamander grayi!
segunda-feira, 18 de março de 2019
sábado, 16 de março de 2019
Vídeo: Gorgythion begga
Conheça um pouco sobre esta pequena borboletinha da Mata Atlântica, que tem lá seus mistérios!
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sexta-feira, 15 de março de 2019
Borboleta com 12 asas? Não, orgia...
Em meio a um requintado ritual de acasalamento entre dois machos e uma fêmea visivelmente já vivida, pasmem, ela encontrou tempo para colocar um ovo e voltar a orgia! O caso foi registrado em Curitiba, apesar de buscar privacidade se escondendo na vegetação, o trio foi fotografado, filmado, e o ovo também teve seu registro realizado em campo.
Espécie: Dryas iulia alcionea (Cramer, 1779).
Local: Curitiba, Paraná.
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quarta-feira, 13 de março de 2019
Marcas de prata!
As verdadeiras joias estão na natureza, esbanjando riqueza. Esta pequenina borboleta (26mm) tem pontos prateados em suas asas, o que lhe rende o nome popular de Azora Metalmark.
Espécie: Dachetola azora (Godart, [1824]).
Local: Curitiba, Paraná.
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terça-feira, 12 de março de 2019
Experimentando a majestade de Milanion leucaspis...
Observar uma borboleta assim, olhando de baixo para cima, nos permite experimentar a sua majestade!
Espécie: Milanion leucaspis (Mabille, 1878).
Local: Curitiba, Paraná.
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segunda-feira, 11 de março de 2019
A última flor...
O que parece uma cena romântica de uma abelha visitando uma flor em um lindo dia de sol é, na verdade, a combinação trágica de um suspiro final e o começo de uma refeição.
Note com atenção, há na flor uma aranha-caranguejo branca, que fez a abelha se despedir da vida.
É, nós também temos dificuldades para perceber nossa última flor...
Local: Quatro Barras, Paraná.
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Saiba mais:
https://www.inaturalist.org/observations/21062756
https://www.inaturalist.org/observations/21062843
sábado, 9 de março de 2019
O corpo das borboletas
O vídeo "O corpo das borboletas" objetiva mostrar aspectos gerais da estrutura corporal de uma borboleta, relacionando partes anatômicas básicas às suas funções. Foi produzido com imagens 100% obtidas em campo, borboletas registradas em seu ambiente natural.
Inscreva-se em nosso canal, curta nossos vídeos, isto nos motiva a produzir mais!
Endereço do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=g15yoFbvbqI
sexta-feira, 8 de março de 2019
E borboletas de asas verdes existem de verdade...
Asas verdes, se confundem com folhas vegetais e exigem atenção do observador para serem percebidas... Que simbolize nossa esperança por dias sempre melhores!
Proposta de identificação da espécie: Cyanophrys acaste (Prittwitz, 1865).
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Proposta de identificação da espécie: Cyanophrys acaste (Prittwitz, 1865).
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quinta-feira, 7 de março de 2019
Ithomia drymo...
No Brasil existem várias espécies de borboletas com asas transparentes. Esta da foto, quando voa, é difícil acompanhar, com um pouco de sol vemos um ligeiro tom azulado quase como uma fumacinha. Sem dúvida está entre as mais lindas borboletas do mundo! E é parte da nossa fauna!
Espécie: Ithomia drymo Hübner, 1816 (macho).
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quarta-feira, 6 de março de 2019
"De perto ninguém é bonito"
"De perto ninguém é bonito". A ideia desta frase, com suas variações, foi tão difundida que a autoria se perdeu. Há quem acuse Goethe, Freud e até Caetano... Mas se fossemos como as borboletas, talvez pudéssemos provar o contrário... O que vemos nelas bem de perto é belíssimo e parece perfeito!
Espécie: Brassolis astyra Godart, [1824], a imagem principal mostra escamas das suas asas.
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Curiosidades:
http://www.germinaliteratura.com.br/destarte_eniosqueff_set07_1.htm
Espécie: Brassolis astyra Godart, [1824], a imagem principal mostra escamas das suas asas.
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Curiosidades:
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terça-feira, 5 de março de 2019
Bom relacionamento, Vehilius clavicula...
Todo relacionamento sadio inclui respeito à individualidade, desfrute de tempo pessoal para descansar, refletir e também lembrar como é bom estar junto. Isto nos faz valorizar mais cada minuto compartilhado. Nesta foto, com um pouco de atenção, vemos um casal de borboletas, que ao seu modo, curte um momento de individualidade. Acima, a fêmea em seu cantinho esquerdo. Abaixo o macho, em seu cantinho direito. Foram fotografados em um breve intervalo revitalizador do longo e caprichado ritual de acasalamento da espécie. Não é sugestivo?
Espécie: Vehilius clavicula (Plötz, 1884).
Local: Curitiba, Paraná.
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Espécie: Vehilius clavicula (Plötz, 1884).
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sábado, 2 de março de 2019
Borboletas asas-de-vidro/Galss wings butterflies! VÍDEO/FILM!
Encante-se com elas, são fascinantes!
Objetivo: oportunizar a compreensão de que existe uma biodiversidade quase imperceptível entre várias das espécies de borboletas asas-de-vidro - demonstrar apenas que são muito semelhantes entre si embora não sejam as mesmas espécies. Objetiva ainda permitir às pessoas que tenham acesso a imagens encantadoras capazes de fortalecer nosso respeito pela natureza!
Publico: pessoas que não têm e não tiveram acesso facilitado ao conhecimento da biodiversidade de borboletas e pessoas que apreciam a natureza simplesmente por sua beleza.Você gostou? Seu incentivo é importante para continuarmos, curta o vídeo e se inscreva em nosso canal: Casa do Biólogo! Obrigado!
Objetivo: oportunizar a compreensão de que existe uma biodiversidade quase imperceptível entre várias das espécies de borboletas asas-de-vidro - demonstrar apenas que são muito semelhantes entre si embora não sejam as mesmas espécies. Objetiva ainda permitir às pessoas que tenham acesso a imagens encantadoras capazes de fortalecer nosso respeito pela natureza!
Publico: pessoas que não têm e não tiveram acesso facilitado ao conhecimento da biodiversidade de borboletas e pessoas que apreciam a natureza simplesmente por sua beleza.Você gostou? Seu incentivo é importante para continuarmos, curta o vídeo e se inscreva em nosso canal: Casa do Biólogo! Obrigado!
sexta-feira, 1 de março de 2019
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
A estonteante Marpesia petreus...
Encontrar com ela até é fácil... difícil é não ser hipnotizado com uma beleza tão estonteante...
Aguarde para conhecer sua superfície ventral! Pode ser ainda mais surpreendente!
Espécie: Marpesia p. petreus (Cramer, 1776)
Local: Curitiba, Paraná.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Transparência inspiradora!
Ah, a transparência... que nos inspire como humanidade!
Espécie: Episcada h. hymenaea (Prittwitz, 1865).Local: Curitiba, Paraná.
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