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segunda-feira, 29 de março de 2021

Palestra: Educação Ambiental com animais

Palestra: Educação Ambiental com animais

Ministrante: Maristela Zamoner

03 de abril 

de 2021

10h30min


TRANSMISSÃO:

Casa do Biólogo (Youtube): https://www.youtube.com/watch?v=R3VMGBXZHUY

INSCREVA-SE

no canal.


Os certificados são fornecidos apenas para os parceiros do canal, consulte: https://apoia.se/ciencialivre







segunda-feira, 22 de março de 2021

Minicurso: Ciência Cidadã e biodiversidade






MINICURSO

Ciência cidadã e biodiversidade

Com Maristela Zamoner


27 de março de 2021 

Módulo 1 - 17h00min

Módulo 2 – 19h00min


TRANSMISSÃO:

Casa do Biólogo (Youtube)  INSCREVA-SE no canal.


Ementa: 


Módulo 1. Introdução à Ciência Cidadã


PROGRAMAÇÃO:

•Revisão conceitual
•Histórico
•Quem é o cientista cidadão
•Tecnologias e plataformas
•Importância para ciência, educação e conservação da natureza
•Sugestões de referências

Módulo 2. iNaturalist, a maior plataforma mundial de Ciência Cidadã em biodiversidade

PROGRAMAÇÃO
•O que é a plataforma iNaturalist
•Primeiros passos
•Funções da plataforma
•Melhores condutas
•Funcionalidades de proteção
•Sugestões de referências


sexta-feira, 12 de março de 2021

Palestra: Alterações climáticas e biodiversidade

Escola de Biodiversidade

Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade 

(ICTBio) promove:

Palestra: Alterações climáticas e biodiversidade

Com: Com Felipe Augusto Hoeflich Damaso de Oliveira.  Doutorando em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável - Universidade de Lisboa.

20 de março de 2021 

Horário Brasil: 17h

Horário Portugal: 20h

Transmissão:

Casa do Biólogo (Youtube) 

INSCREVA-SE.







sábado, 6 de março de 2021

Segundo registro de Arzecla straelena para o Brasil!

por Maristela Zamoner


Parabéns Roberto Cyrino! 

Ver esse registro me enche de alegria! 

Lembro que registrei a espécie em 2019 (ela ainda não havia sido descrita), o que veio a ocorrer meses depois e foi no ano seguinte, 2020, que outro cientista cidadão, Aaron Soh da Singapura, que nos acompanha pelo iNaturalist participando consistentemente das identificações, sempre as justificando generosamente em favor do crescimento de toda a rede, reconheceu as características da espécie recém descrita e nos informou pela própria plataforma. Aí notamos um pouco da importância de uma estratégia de empoderamento autêntico e justo do cientista cidadão. A participação de Aaron foi decisiva, por causa dela escrevi para o descritor da espécie, Zsolt Bálint, este, um cientista profissional do Museu da Hungria. Ele respondeu prontamente, não só reconheceu a espécie como falou em rever sua distribuição. Foi realmente uma união de forças preciosa. Os detalhes estão no último capítulo do livro “Discussões sobre Fauna” que publicamos recentemente e pode ser acessado livremente (http://comfauna-livros.blogspot.com/.../discussoes-sobre...). 

Acho importante você escrever para o descritor da espécie a fim de obter dele um parecer, afinal, hoje, ninguém conhece melhor a espécie do que ele, seu contemporâneo descritor! 

Ainda, notamos informação valiosa que as fotografias guardam nos dois registros, em ambas o exemplar parece estar na mesma espécie vegetal. No primeiro registro a planta foi identificada como Baccharis dracunculifolia pelo corpo técnico de cientistas profissionais do Museu Botânico do Jardim Botânico de Curitiba. Podemos providenciar a confirmação da espécie vegetal do segundo registro. Há uma possibilidade de se tratar da hospedeira, não seria a primeira espécie desta família a se reproduzir nesta planta. A descoberta de oviposições e do ciclo da espécie pode trazer mais esclarecimentos, quiçá indicar estratégias de conservação tanto in situ quanto ex situ e até viabilizar o fornecimento de exemplares em excelente estado para coleções, sem retirada de adultos dos tão fragilizados ambientes naturais, ou mediante sua reposição. 

Por sinal, notemos que os dois registros foram feitos em ÁREA URBANA, o primeiro em uma Unidade de Conservação ilhada por cimento, de apenas 59 mil metros quadrados, bastante impactada, porém, pesquisada em imersão, algo semelhante ao que entendi estar sendo feito por você no local do segundo registro. A segunda constatação da espécie feita por você, foi bem próxima a outra Unidade de Conservação urbana que tenta preservar um pouco do que sobrou das nossas tão ricas quanto raras áreas de campos naturais. As duas unidades de conservação estão distantes uma da outra, porém ambas dentro da cidade, o que indica que temos chance de mais encontros com esta espécie em áreas de conservação urbanas, e, com a informação da planta, temos um ponto de partida até mesmo para busca de fases jovens.

Parabéns mais uma vez Roberto, é um registro maravilhoso que enseja mais atenção ainda em campo e investimento de energias na busca do conhecimento do ciclo de vida da espécie!

CONFIRA AQUI




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Palestra: Borboletas do meu quintal

 Atenção, não perca a palestra "Borboletas do meu quintal", com Maria do Carmo Caixeta, autora do livro "Borboletas do meu Quintal".

06 de fevereiro, 10h30min

Transmissão pelo canal da Casa do Biólogo (Youtube).

Uma iniciativa da Escola de Biodiversidade do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade - ICTBIO.




quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Arcas ducalis (Westwood, 1852)

Registro ICTBIO:MAB:CEE:2020-0278A-C, Coleção Ecológica de Entomologia, Museu Aberto de Biodiversidade - MAB, Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade -ICTBIO.

www.ictbio.org

#borboleta #butterfly #biodiversidade




quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Biólogos do ICTBIO prestam esclarecimento à Banda B sobre animal supostamente misterioso

Foto: Onildo João Marini Filho - adulto da espécie Eumorpha labruscae 


A Banda B acaba de publicar o esclarecimento feito pelos biólogos do ICTBIO, sobre um animal supostamente misterioso que assustou moradores da Região Metropolitana de Curitiba.

Confira a notícia na íntegra.

REFERÊNCIA: 

Mistério sobre animal que assustou moradores da RMC é desvendado por bióloga que explica tudo

Animal tem características visuais semelhantes a de uma serpente

https://www.agenciadanoticia.com.br/parana/noticias/exibir.asp?id=98958&noticia=moradores-se-assustam-ao-encontrar-animal-misterioso-e-professor-diz-eu-nunca-vi

https://redevitrine.com.br/moradores-se-assustam-ao-encontrar-animal-misterioso-e-professor-diz-eu-nunca-vi/

https://www.metropoles.com/brasil/moradores-de-curitiba-se-assustam-durante-encontro-com-animal-misterioso

https://www.fatoamazonico.com.br/moradores-de-curitiba-se-assustam-durante-encontro-com-animal-misterioso/

https://www.bandab.com.br/cidades/misterio-sobre-animal-que-assustou-moradores-da-rmc-e-desvendado-por-biologa-que-explica-tudo/?fbclid=IwAR0TyVKbSq8-9gzuFTU0x8gtMwB6jX9EyjUZ2Az1kZGL2D3mrjJDD0X0MyY

Animal misterioso na Região Metropolitana de Curitiba


---------- Forwarded message ---------

De: Maristela Zamoner <maristela.zamoner@gmail.com>
Date: qui., 3 de dez. de 2020 às 09:23
Subject: ESCLARECIMENTO: ANIMAL MISTERIOSO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA
To: <comercial@radiobandab.com.br>


 

Prezados editores da Banda B,


Ontem recebemos a informação sobre uma notícia a respeito do animal misterioso encontrado na Região Metropolitana de Curitiba, veiculada pela Banda B, e achamos conveniente prestar o esclarecimento que segue.

Primeiramente, somos ambos biólogos pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade – ICTBIO, Sérgio Morato* e Maristela Zamoner**, curadores das coleções, respectivamente, herpetológica e entomológica da instituição. 

Sérgio Morato (herpetólogo/curador do ICTBIO): O que vemos na fotografia do senhor Celso Almeida não é uma serpente, mas sim a larva ou lagarta de uma mariposa que imita a aparência de uma serpente. Em Ecologia, essa imitação recebe o nome de mimetismo, no qual um animal geralmente inofensivo se assemelha a outro que seja perigoso para seus agressores. No caso da lagarta em questão, o mimetismo com uma serpente possivelmente vise protegê-la principalmente de aves, que devem ser seus principais predadores. Essa arte da imitação é presente nos mais variados grupos animais. Um exemplo clássico consiste nas cobras corais falsas, em geral inofensivas, mas que têm sua coloração similar às cobras corais verdadeiras, estas bastante perigosas em função da toxicidade de seus venenos.

Maristela Zamoner (lepidopterologista/curadora do ICTBIO): O exemplar fotografado tem características compatíveis com as fases larvais da espécie Eumorpha labruscae, que foi descrita por Linnaeus, no ano de 1758. É importante ressaltar que esta espécie, em suas fases jovens como neste caso, não oferece risco ao humano, como ocorre com espécies dos gêneros Lonomia ou Periga. O adulto de Eumorpha labruscae é uma mariposa belíssima, prestadora do valioso serviço ecossistêmico da polinização(1). Deve ser preservada como parte relevante da nossa biodiversidade. Tanto fases jovens quanto adultos estão bem registrados vivos no Brasil(2) nos últimos seis anos, inclusive nos estados do Sul, conforme a plataforma de ciência cidadã iNaturalist, a maior do planeta na atualidade, mantida pela Academia de Ciências da Califórnia como o apoio da National Geographic. Suas fases jovens são conhecidas há pelo menos duas décadas(3), até já ganharam os jornais algumas vezes(3).

Conseguimos, para a Banda B, autorização de publicação das imagens dos adultos, com o autor das fotografias Onildo João Marini Filho.

 

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1 – https://www.embrapa.br/documents/1355008/41230273/Eumorpha+labruscae.pdf/b9657a6d-93ee-67cc-98ae-098a4779fd13

 

2 –

https://www.inaturalist.org/observations?place_id=6878&subview=grid&taxon_id=143828

 

3 – https://www.researchgate.net/publication/331592896_Eumorpha_labruscae_Eumorpha_labruscae_Campo_Grande_Mato_Grosso_do_Sul_Brazil_courtesy_of_Wilson_Werner_Koller

 

4 - https://revistagloborural.globo.com/vida-na-fazenda/gr-responde/noticia/2016/11/conheca-lagarta-serpente.html

 

 https://ictbio.wordpress.com/

*Sérgio Augusto Abrahão Morato. Biólogo, Mestre e Doutor em Zoologia pela Universidade Federal do Paraná.

Durante sua carreira atuou como curador da coleção de herpetologia do Museu
de História Natural Capão da Imbuia em Curitiba, PR (anos de 1992 a 1996);
como biólogo da COPEL - Companhia Paranaense de Energia (anos de 1996 a
2001), onde coordenou projetos de manejo e monitoramento de fauna de áreas
afetadas por empreendimentos hidrelétricos e a criação do Museu Regional do
Iguaçu junto à Usina Hidrelétrica de Segredo em Reserva do Iguaçu, PR; como
Professor Adjunto dos cursos de Ciências Biológicas, Geografia e Engenharia
Ambiental da Universidade Tuiuti do Paraná (2000-2011); como Professor
Titular do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário Positivo (2002
a 2005); como professor convidado dos cursos de Especialização/MBA em
Gestão Ambiental da UFPR (2007 a atual) e de Especialização em Gestão de
Recursos Naturais da PUC-PR (2008 a 2010), dentre outros, e como consultor
autônomo para diversas empresas e instituições. Desde 2007 é Consultor
Sênior do Setor de Meio Ambiente da STCP Engenharia de Projetos em
Curitiba. Suas áreas atuais de atuação consistem no desenvolvimento de
estudos nas áreas de Herpetologia e Mastozoologia, na coordenação e execução
de estudos e monitoramentos de flora e fauna, na coordenação e elaboração de
Estudos de Impactos Ambientais e de Planos de Manejo de Unidades de
Conservação, na elaboração de programas de conservação de recursos naturais
e na área de ensino em Gestão Ambiental. Sua experiência abrange trabalhos de
empreendimentos de diversos segmentos (especialmente dos setores de energia,
de mineração, rodoviário e de base florestal) e unidades de conservação em
todo o país, com ênfases nas regiões da Floresta Atlântica, Amazônia e
Caatinga. É também consultor Ad Hoc da Fundação Grupo Boticário de
Proteção à Natureza, atuando na avaliação voluntária de projetos de pesquisa e
conservação de fauna e de áreas protegidas (1996 a atual).
E-mail: sergio.a.a.morato@gmail.com


**Maristela Zamoner. Iniciou seus estudos com lepidópteros na primeira metade da década de 1990, durante a graduação. Ao longo de sua carreira acumulou experiência com lepidópteros na prestação de consultorias ambientais, na realização de estudos profissionais em conservação, em monitoramento, e na publicação de artigos e livros. Ainda vivenciou profissionalmente o serviço de curadoria em coleções científicas tradicionais de invertebrados. No âmbito da educação, atuou não formal e formalmente, do Ensino Fundamental à pós-graduação. Na graduação ministrou disciplinas de Biologia Ambiental para Engenharia Ambiental, quando publicou o primeiro livro brasileiro de Biologia Ambiental, em 2007. Até hoje o livro é indicado nas ementas de cursos ofertados por Institutos Federais brasileiros. É autora em dezenas de livros, sendo que dentre os últimos destacam-se os que podem ser baixados gratuitamente pelo site da Comfauna LivrosAtualmente é bióloga do Museu Botânico Municipal, no Jardim Botânico de Curitiba, onde atua com estudos profissionais sobre ecologia e biodiversidade de borboletas voltados especialmente para conservação. Ainda nesta instituição conduz eventos de educação ambiental. Dirige a Comfauna Livros e é proprietária, com seu esposo, da Casa do Biólogo, canal do Youtube de documentários e cursos audiovisuais em educação ambiental.Coordena a Escola de Biodiversidade do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade – ICTBIO, instituição na qual também é pesquisadora e curadora da Coleção Ecológica de Entomologia, que integra ao Museu Aberto de Biodiversidade. Por formação, é bióloga licenciada, especialista em Educação Ambiental, em Direito Ambiental, em História e Antropologia e mestre em Zoologia. Atua devidamente registrada pelo Conselho Regional de Biologia. Por fim, é hoje, primeiro lugar mundial em registros de borboletas vivas na maior plataforma de ciência cidadã do planeta, iNaturalist, mantido pela Academia de Ciências da Califórnia com apoio da National Geographic.

 

 

https://static.inaturalist.org/photos/2977118/large.jpg?1454798969

https://static.inaturalist.org/photos/2977117/large.jpg?1454798951

FOTOS AUTORIZADAS PARA REPRODUÇÃO PELA BANDA B, COM OS CRÉDITOS: FOTO DE ONILDO JOÃO MARINI FILHO

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Nem sempre podemos nos orgulhar das atitudes humanas...

 


Nem sempre podemos nos orgulhar das atitudes humanas. Mas segue nossa dedicação à conservação da natureza! Imagens inéditas desta descoberta nesta entrevista!

Hoje fomos entrevistados pela Sandrah Guimarães, rádio Cultura, Programa Justiça e Conservação, sobre a descoberta de uma nova espécie de Passiflora, que teve a participação de uma borboleta e, infelizmente, sumiu misteriosamente do Jardim Botânico de Curitiba.




sábado, 17 de outubro de 2020

Vídeo infantil novo: Borboletinha, o que comem






 

O vídeo foi produzido como recurso para Educação Ambiental e Científica, a ser usado com crianças, principalmente, entre 4 e 8 anos. Objetiva desmistificar a ideia de que borboletas se alimentam apenas em flores, mostrando alguma diversidade de fontes alimentares.

 

Mostra o personagem em ambiente natural com a finalidade de estimular valores voltados à conservação da natureza e proteção da vida. O personagem, Marcelo, se apresenta todo o tempo realizando a observação das borboletas vivas em seus ambientes, com foco em algumas das principais fontes de alimentação durante a fase adulta.

 

As frases podem ser usadas também em canto, com a melodia do folclore brasileiro “Borboletinha”, que é utilizada amplamente, inclusive em desenhos infantis musicais como da Galinha Pintadinha, Os pequerruchos, Mundo das Crianças TV, Bob Zoom e outros.

 

A música pode ser coreografada com movimentos que remetem aos conteúdos da letra, estimulando também expressividade e consciência corporal.

 

Exemplos de conteúdos pedagógicos que podem ser trabalhados com este vídeo:

 

- Observação da natureza

- Conservação da natureza

- Diversidade de alimentação das borboletas

- Biodiversidade

- Rimas

- Musicalidade e outros

 

CRÉDITOS:

 

Casa do Biólogo e Escola de Biodiversidade do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade - ICTBIO

Música: Biblioteca do Youtube “Unkulele”: www.bensound.com

Letra, imagens, voz e edição: Maristela Zamoner

Consultoria técnica: Deni Lineu Schwartz Filho

Animação em Zepeto

 

 

Marcelo descobriu na natureza

Que borboletinhas comem com esperteza

 

Tem néctar das flores, mas que beleza

frutos meio podres, mas que tristeza

 

Do chão também elas bebem, com certeza

Orvalho interessa, é muita pureza

 

E seu suor vão bebendo com proeza

Mas as fezes de aves são a sobremesa

domingo, 11 de outubro de 2020

Vídeo infantil novo: Borboletinha e sua vida





#borboletinha #borboleta #educaçãoambiental #natureza #biologia

BORBOLETINHA E SUA VIDA

 

O vídeo foi produzido como recurso para Educação Ambiental e Científica, a ser usado com crianças, principalmente, entre 4 e 8 anos. 

Mostra uma personagem em ambiente natural com a finalidade clara de estimular valores voltados à conservação da natureza e proteção da vida. A personagem se apresenta todo o tempo entre a vegetação realizando a observação da borboleta viva, com foco em ciclo de desenvolvimento, e sendo ilustrado pelas fases de ovo, lagarta, pupa e adulto. A espécie apresentada em todas as fases é Leptophobia aripa balidia (Boisduval, 1836), que se desenvolve em plantas comuns como couve e brócolis, portanto, fácil de encontrar.

 

As frases podem ser usadas também em canto, com a melodia do folclore brasileiro “Borboletinha”, que é utilizada amplamente, inclusive em desenhos infantis musicais como da Galinha Pintadinha, Os pequerruchos, Mundo das Crianças TV, Bob Zoom e outros.

 

 

A música pode ser coreografada com movimentos que remetem aos conteúdos da letra, estimulando também expressividade e consciência corporal.

 

Exemplos de conteúdos que podem ser trabalhados com este vídeo:

 

- Observação da natureza

- Conservação da natureza

- Ciclo de vida das borboletas

- Rimas

- Musicalidade e outros.

 

CRÉDITOS:

 

Casa do Biólogo e Escola de Biodiversidade do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade - ICTBIO

Música: Biblioteca do Youtube “Twirly Tops – The Green Orbs”

Letra, imagens, voz e edição: Maristela Zamoner

Consultoria técnica: Deni Lineu Schwartz Filho

Animação em Animaker

 

 

Beatriz foi a floresta, o que aconteceu?

Ela quer ver a natureza cheia de emoção 

 

Borboletinha de um ovinho nasceu 

Era lagartinha com fome de montão

 

Comendo folhas, assim cresceu 

Até que veio uma transformação

 

Virou uma pupa que não se moveu

Dali saiu com suas asas e uma linda missão

 

Ovo

 

Lagartinha

 

Pupa

 

Borboleta com asas

 

Voa para sua missão!


#borboletinha #borboleta #educaçãoambiental #natureza #biologia #galinhapintadinha


 

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Anfíbios e Répteis de Curitiba: Diversidade, importância e riscos de acidentes com espécies peçonhentas

 

SPVS PROMOVE!


DATAS E HORÁRIOS:

20 de outubro de 2020 das 19h às 22h

Transmissão

Youtubecanal da Casa do Biólogo


Mais informações:

 www.spvs.org.br









quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Ciência Cidadã, um recurso valioso para o professor!

Hoje discutimos com os professores de biologia da rede de ensino do Estado do Paraná a importância da Ciência Cidadã! Agradeço ao Professor Jorge Dotti pelo convite e aos professores Mauren, Márcia e Renato pela acolhedora oportunidade! Estamos juntos por uma sociedade melhor, a partir da referência de valores que um professor representa!




terça-feira, 29 de setembro de 2020

LIVRO: Discussões sobre fauna. II História do conhecimento dos quelônios do rio Iguaçu

Vídeo novo! Sobre o capítulo "A história dos quelônios do rio Iguaçu", da autoria de Sérgio Augusto Abrahão Morato, que integra o livro "Discussões sobre Fauna", da Comfauna Livros. Inscreva-se no canal da Casa do Biólogo para não perder as novidades que estamos preparando! #biodiversidade #quelônios #fauna







domingo, 20 de setembro de 2020

VÍDEO NOVO: O que as borboletas comem






O que as borboletas comem 

Essa é uma dúvida de muitas pessoas. Aqui você conhecerá em detalhes, os segredos sobre o que diferentes espécies de borboletas comem desde que nascem! 

Quando muito jovens, ainda lagartinhas, as borboletas podem consumir partes do próprio ovo que as abrigou por alguns dias, desde que suas mães as deixaram sobre a planta certa.  Mas logo ficam aptas a consumir vegetais, tornando-se vorazes enquanto crescem. Quando formam a pupa, ou crisálida, sua alimentação é interrompida. E na vida adulta, ao descobrirem o voo, ampliam a busca por novas formas de alimentação. Dizemos então, que existem duas principais fontes, néctar e frutos. 

Chamamos frugívoras as borboletas que se a alimentam de frutos, em geral, já em decomposição.

E dizemos que são nectarívoras, aquelas que se alimentam do néctar das flores. Esta forma de alimentação favorece a polinização, pois as borboletas acabam transportando pólen de uma flor a outra. E, as vezes, sua boca, a espirotromba, que se desenrola para a alimentação, pode ficar congestionada de pólen.

Mas existem outras fontes nutricionais que as diferentes espécies de borboletas podem buscar.

Nutrientes do solo. Orvalho. Outros líquidos e até mesmo, seu suor. Ou fluidos de uma borboleta morta já enleada por teias de aranha... E entre as suas estranhas fontes de alimentação, estão as fezes de outros animais.

Borboletas são mesmo muito versáteis em suas fontes alimentares, recorrem a partes do seu próprio ovo, folhas, flores, frutos, líquidos, nutrientes do solo, suor humano, suas parentes e até fezes. E você, poderia se alimentar como uma borboleta?

 

CRÉDITOS/CREDITS

 

CASA DO BIÓLOGO

BIOLOGIST'S HOUSE

 

As imagens foram obtidas em ambiente natural.

The images where obtained in natural habitat.

 

MÚSICA/MUSIC:

Sneaky Business – Biz Baz Studio

 

IMAGENS -ROTEIRO-NARRAÇÃO/ IMAGES-NARRATION-TEXT:

MARISTELA ZAMONER

 

TECHNICAL CONSULTANCY:

DENI LINEU SCHWARTZ FILHO

 

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