Amanhã, é dia de colocar roupas confortáveis, calçados fechados, chapéu ou boné, filtro solar e com sua garrafinha de água vir até o Jardim Botânico de Curitiba, às 10 horas, para nosso 3o Encontro de Observação de Borboletas!
Não perca, sortearemos um pôster "Borboletas da Mata Atlântica", lançamento da Anolis Books, entre os primeiros 30 participantes que chegarem! E disponibilizaremos acesso gratuito a livros eletrônicos de interesse para a área! Um deles será lançado no evento, Borboletas do Capão da Imbuia, com fotografias de 285 espécies de borboletas!
No encontro será lançado o livro Borboletas do Capão da Imbuia, que traz fotografias e informações de 285 espécies que ocorrem em Curitiba!
O acesso ao livro será gratuito, não perca!
#borboleta #borboletas #natureza #biologia
ATENÇÃO! Durante o 3o Encontro de Observação de Borboletas sortearemos entre os primeiros 30 participantes que chegarem, um pôster "Borboletas da Mata Atlântica", que acaba de ser lançado pela Anolis Books! PÔSTER: BORBOLETAS DA MATA ATLÂNTICA
Você conhece o Borboletário de Osasco? Esse vídeo conta um pouco sobre nossa visita a este lugar encantador! Obrigada Paulina Arce por nos receber tão carinhosamente!
https://www.youtube.com/watch?v=m3wRnebYOe0
#borboleta #borboletário #biologia #natureza
Viemos de Curitiba até Osasco para conhecer um oásis de beleza e conhecimento. No Parque Ecológico do Jardim Piratininga, Zona Norte de Osasco, localiza-se o Borboletário da cidade. Desde sua inauguração, em 2009, o empreendimento desempenha papel de destacada importância para a educação ambiental. O local já chegou a atender 20 mil visitantes em um ano, vindos dos mais diversos locais do país.
Embora o dia estivesse chuvoso, Paulina Arce, que responde pelo borboletário, nos recebeu com o sorriso de um dia de sol. A cada minuto de conversa sua experiência nos encantava mais e mais.
Conhecemos a sala de criação, onde as lagartas são alimentadas até atingirem a fase de pupa, entendendo os detalhes do primoroso trabalho que é feito ali. Quando os adultos emergem, são levados para o espaço de 134m2 do borboletário, onde as flores e Paulina se misturam, revelando os encantos do resultado da dedicação de uma vida.
#natureza #conservação #exsitu #biologia
Créditos:
Produção: Casa do Biólogo
Agradecemos especialmente à Paulina Arce, por sua disponibilidade em compartilhar conhecimento.
Roteiro de Maristela Zamoner, revisado por Deni Schwartz Filho
Narração: Maristela Zamoner
Imagens: Maristela Zamoner e Deni Lineu Schwartz Filho
Música: Barton Springs, de Bird Creek
Biblioteca de áudio do Youtube
Quer conhecer um pouco mais sobre nosso trabalho? Hoje fomos entrevistados por Sandrah Guimarães e na pauta tivemos assuntos envolvendo borboletas, abelhas, aves, ecologia e Meio Ambiente!
Livro: Borboletas do Capão da Imbuia, Comfauna, 2019.
Resumo
O livro apresenta resultados de um estudo profissional da Superfamília Papilionoidea (borboletas) na Unidade de Conservação Municipal do Bosque do Capão da Imbuia, localizada em Curitiba. A metodologia é inovadora, apoiada em registros fotográficos, sem recorrer à métodos destrutivos (coletas seguidas de sacrifício animal). Em um intervalo de 12 meses, entre 2018 e 2019, foram realizados 4.430 registros abrangendo 273 espécies em um esforço amostral de 378 horas. Foram realizados registros por dois meses, além do período de um ano, elevando-se o total de espécies à 285. A análise dos conteúdos das fotografias oportunizou uma contribuição inédita para o conhecimento de aspectos ecológicos das comunidades locais de borboletas. Os resultados são apresentados na forma de uma coleção de 305 pranchas ilustrativas que pretendem ser acessíveis ao público em geral, além de profissionais. Esta publicação revela a importância que as Unidades de Conservação urbanas podem ter para a manutenção da biodiversidade dos fragmentados biomas brasileiros. Espera-se ainda que os resultados possam subsidiar futuras ações de gestão, favorecedoras da conservação destas importantes áreas e de seus bioindicadores, as borboletas, que ainda prestam o valioso serviço ecossistêmico da polinização.
Até que se prove o contrário este é o primeiro registro da espécie para Curitiba! Espécie: Rekoa palegon (Cramer, 1780). Local: Curitiba, Paraná, Brazil. Data: 19/12/2019. Autoria do registro: Maristela Zamoner. Saiba mais aqui: https://www.inaturalist.org/observations/36779967.
É sempre uma satisfação a visita dos apaixonados pela Natureza! Obrigada Lucas Gusso, volte sempre! Borboletas, besouros, outros insetos e aranhas te esperam! #borboletas#natureza#biologia
O trabalho do dia já tinha acabado, um dia repleto de dezenas de borboletas das mais lindas. E no caminho para casa tinha mais beleza esperando para ser apreciada!
Espécie: Vanessa carye (Hübner, [1812]).
Local: Curitiba, Paraná, Brasil.
Hoje apresentei, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Curitiba, o artigo Observação de borboletas, um caminho participativo para a conservação, enviado para a revista Curitiba em Destaque a convite de Cintia Cargnin Cavalheiro Ribas da Escola de Administração Pública do Instituto Municipal de Administração Pública, IMAP. O artigo foi apresentado no evento de lançamento da 5a edição, cuja organização foi impecável, digna de nota. Agradeço a oportunidade de compartilhar os resultados deste trabalho que tanto adoro!
Desta vez, nosso encanto pelas aves e pelas borboletas nos levou a uma Unidade de Conservação em plena Amazônia.
Aqui este majestoso bioma é bem representado. A vitória régia, planta típica da região, nos dá as boas vindas, e logo no início da caminhada, apreciamos as características áreas de aningal.
O passeio variou entre os bem conservados mirantes, as passarelas, estradas, trilhas e lindos lagos. A cada passo nos sentíamos integrando esta natureza ímpar, onde experimentamos a proximidade com uma vegetação de variedade e dimensões fantásticas, próprias de um dos mais deslumbrantes biomas do mundo, o Amazônico.
Nos surpreendemos a cada passo com uma fauna única. A preguiça subia tranquilamente na árvore, capivaras se refrescavam na água, lagartos exibiam suas cores, uma aranha construía uma teia esférica, e os insetos fazem uma riqueza à parte, formigas, libélulas e muitas borboletas.
Uma surpresa inesperada foi o avistamento de um bando de ararajubas voando em vida livre. A reintrodução da ararajuba no Parque do Utinga foi possível após anos durante os quais as aves estiveram sob cuidados humanos.
Foi um passeio maravilhoso, a um recanto ímpar da biodiversidade amazônica.
#natureza #conservação #exsitu #biologia
Créditos:
Produção: Casa do Biólogo
Agradecemos a carinhosa acolhida da equipe técnica do Parque do Utinga e do IDEFLOR-BIO, em especial:
Ivan Santos
Gerente do Parque Estadual do Utinga
Laura Dias
Técnica de Gestão Ambiental do IDEFLOR-BIO
Crisomar Lobato
Diretor de Gestão da Biodiversidade do IDEFLOR-BIO
Pryscila Margarido
Assessora de Comunicação IDEFLOR-BIO
Roteiro de Maristela Zamoner, revisado por Deni Schwartz Filho
Narração: Maristela Zamoner
Imagens: Maristela Zamoner e Deni Lineu Schwartz Filho
Música: American Frontiers, biblioteca de áudio YouTube
Parece esconder nas asas os mistérios de um crepúsculo! Esse é o macho da espécie. E se você o acha bonito, só espere até ver a fêmea na próxima postagem!
Fascinados por aves, e borboletas, cruzamos o país em busca de aventuras. E aqui em Belém do Pará, visitamos um fragmento de floresta amazônica deslumbrante e pouco conhecido. O Jardim Zoobotânico da Amazônia, no Bosque Rodrigues Alves.
Inspirado no francês oitocentista Bosque de Bolonha, o Bosque Rodrigues Alves foi inaugurado em 1883, uma ideia do barão do Marajó. A criação deste reduto permitiu sua proteção diante da urbanização própria do crescimento de uma cidade como Belém.
Hoje, cerca de um quarto de sua área é destinada à recomposição de uma vegetação de beleza estupenda.
Explorar seus espaços nos fez perceber marcas de uma história municipal recortada, dividida entre presenças e ausências.
Mas independente da fragmentação que permeia sua existência, é um hoje um reduto impressionante de conservação da riquíssima biodiversidade amazônica.
Aqui experimentamos a proximidade com uma fauna extraordinária, que vive tranquila e um tanto íntima das grades que por quase todo o trajeto parecem apenas cicatrizes de um passado recente. Esta aventura nos apresentou uma natureza poderosa, que insiste em sobreviver sob a mais incauta pressão da conduta humana.
Este recorte de floresta amazônica está mergulhado na cidade de Belém, compondo um mosaico intrigante de natureza, história e de uma civilização que por alguns momentos, chega a ser esquecida.
Sua inauguração data do século XIX, ano de 1895, e estar aqui é experimentar um pouco do passado, conhecendo o brilho de pessoas que fizeram história.
Aqui conhecemos o veterinário Antônio Messias Costa, responsável pelo local que nos recebeu atenciosamente e com muita disposição para boas conversas.
Além guardar nossa preciosa história, o Zoobotânico do Museu Emilio Goeldi é um reduto importante de conservação da natureza onde são protegidas mais de duas mil espécies de plantas e cerca de uma centena de espécies animais, entre as quais, algumas ameaçadas como a onça-pintada. E o cuidado humano que protege este local, faz dele a casa de muitas outras espécies.
Créditos:
Produção: Casa do Biólogo
Roteiro de Maristela Zamoner, revisado por Deni Schwartz Filho
Narração: Maristela Zamoner
Música: Dixie Outlandish, biblioteca de áudio do Youtube
Depois de muita chuva, ao primeiro sol tímido, lá estava ela, nascida para ser bela!
Espécie: Conga zela (Plötz, 1883).
Local: Curitiba, Paraná, Brasil.
Saiba mais: https://www.inaturalist.org/observations/34078096
#borboleta #natureza #biologia
Asas desgastadas, já um tanto quebradas, são como rugas e cicatrizes, formam nossas coleções particulares de provas dos desafios vencidos e alegrias vividas. Mesmo que isto possa parecer perturbador, tem sua beleza!
Espécie: Memphis moruus stheno (Prittwitz, 1865)
Local: Curitiba, Paraná, Brasil.
Cruzar o país para conhecer o Mangal das Garças foi uma aventura especialmente valiosa para um casal como nós, que soma o mundo das aves e das borboletas.
Na chegada, ainda sem imaginar o que encontraríamos, nos dirigimos ao borboletário que é o maior do país. A visão de seu interior é paradisíaca, o convívio de peixes, aves e borboletas deslumbra qualquer visitante, um verdadeiro espetáculo de cores e movimentos.
Nos encantamos com cerca de nove mil borboletas adultas voando, se alimentando, realizando rituais de acasalamento até sobre os visitantes, copulando e espalhando seus ovos.
Fomos muito bem recebidos por duas profissionais, a médica veterinária Stefânia Miranda e a bióloga Stella Malcher. Conversamos por horas, o que nos permitiu conhecer detalhes sobre este precioso reduto de conservação da natureza e os desafios que precisam ser superados dia a dia.
Na sala de criação que percebemos a importância da intensa atuação diária de muitos trabalhadores. Os ovos das diferentes espécies são recolhidos do borboletário e ao nascerem as lagartas sua alimentação e limpeza diárias exigem muita dedicação. Ao se tornarem pupas, cada uma é cuidadosamente preparada para o momento do nascimento da borboleta adulta. Com as asas bem formadas, estão prontas para voltar ao borboletário, onde sua chegada é uma experiência encantadora para o visitante, que as recebe em suas mãos por alguns poucos e mágicos segundos. É sublime a sensação de vê-las ganhando o espaço de sua nova casa, um lar que sabemos ser protegido.
Nos bastidores das atividades com as aves entendemos por que o Mangal das Garças é uma referência na reprodução e na conservação de espécies valiosas como por exemplo, o Guará, que pode ser visto em grupos de vários indivíduos em diversos locais do Mangal das Garças e o pavãozinho-do-Pará, que desfila feliz até dentro do borboletário.
Seguindo nossa visita, entramos em lindíssimo viveiro de imersão, oportunidade imperdível para experimentar a proximidade com diferentes espécies de aves.
Todo o trabalho de proteção do ambiente local natural ainda desempenha papel fundamental para a conservação de muitas outras espécies que podem ser observadas vivendo tranquilamentre nos arredores da área protegida do deslumbrante Mangal das Garças.
#borboleta #ciclodevida #metamorfose #natureza #borboletário #butterfly #zoológico #maior
CRÉDITOS:
Produção: Casa do Biólogo
Roteiro de Maristela Zamoner com revisão de Deni Lineu Schwartz Filho
Imagens: Maristela Zamoner e Deni Lineu Schwartz Filho
Narração: Maristela Zamoner
Música: The Rising, Aakash Gandhi, biblioteca de áudio do YouTube
Depois de meses seguindo borboletas que sobrevoavam a planta hospedeira no meio do mato, finalmente foi possível registrar uma oviposição. E foram necessários mais de 40 minutos procurando o ovo sem coletar e nem danificar a planta. Valeu a pena, registro feito em campo e o ovinho continua no local onde sua mamãe o colocou. Uma delicadeza!
Espécie: Vanessa braziliensis (Moore, 1883).
Local: Curitiba, Paraná, Brasil.
O vídeo objetiva mostrar como foi a visita que nós, Deni Lineu Schwartz Filho e Maristela Zamoner, fizemos ao Zooparque Itatiba.
Animais lindos já são avistados antes mesmo de nossa entrada no Zooparque. Ao percorrer o trajeto de visitação nos vimos imersos em diferentes biomas brasileiros. A cada passo pudemos apreciar os animais em ambientes amplos, importantes para seu bem-estar. O Zooparque atua em conservação, pesquisa e na educação ambiental que sensibiliza os visitantes para importância de nossa valiosa biodiversidade.
Fundado há mais de 20 anos, o Zooparque localiza-se em um fragmento de Mata Atlântica e trabalha exaustivamente na manutenção, sob cuidados humanos, de 1.200 animais pertencentes 180 diferentes espécies. O trabalho na conservação de espécies ameaçadas é diário. As instalações do Zooparque são, por exemplo, as únicas no mundo a manter com sucesso reprodutivo o pato-mergulhão,uma das aves aquáticas mais ameaçadas do planeta.
E a proteção do próprio ambiente que abriga o Zooparque assegura ainda, no espaço natural, a vida de muitas outras espécies de nossa diversidade biológica.
CRÉDITOS DO VÍDEO:
Produção: Casa do Biólogo
Música: Wrong, biblioteca de áudio YouTube
Imagens: Deni Schwartz Filho e Maristela Zamoner
Roteiro de Maristela Zamoner e revisão de Deni Schwartz Filho
Narração: Maristela Zamoner
Entrevistado: Biólogo Felipe Garcia, Coordenador Geral do Zooparque Itatiba.
O vídeo mostra como foi a visita que nós, Deni Lineu Schwartz Filho e Maristela Zamoner, fizemos à Mata de Santa Genebra, em Campinas, São Paulo.
Na chegada, fomos recebidos pelo Tomaz Barrella que nos contou em detalhes a história da Mata de Santa Genebra enquanto conhecíamos a entrada e o interior da mata, seguindo o caminho em direção ao borboletário.
Conta a história que ao final do século XIX a área pertencia à uma fazenda modelo na produção de café, chamada Fazenda Santa Genebra, propriedade do Barão Geraldo de Resende. A fazenda acabou leiloada em consequência das dificuldades financeiras enfrentadas pelo barão, e no início do século XX, José Pedro de Oliveira passou a administrá-la.
Após seu falecimento, sua viúva, Jandira Pamplona de Oliveira, no intuito de providenciar a conservação da Mata de Santa Genebra, a doou ao município de Campinas.
A área foi tombada como Patrimônio Natural do estado de São Paulo em 1983 e de Campinas em 1992. Declarada como Área de Relevante Interesse Ecológico Federal em 1985 tem sua gestão compartilhada entre a Fundação José Pedro de Oliveira e o Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
É o maior fragmento de floresta nativa do município de Campinas, que abriga riqueza de flora e fauna, e abriga em seu interior um borboletário, inaugurado em 2005.
Quando chegamos ao borboletário pudemos ver os materiais de educação ambiental disponibilizados na área externa e em seguida, conhecemos a casa de criação. Ali os ovos das borboletas são protegidos até o nascimento das lagartas que são alimentadas enquanto não atingem a fase de pupa, da qual emerge o adulto que retorna ao borboletário.
Em seguida entramos no espaço que abriga as borboletas em sua fase adulta, onde além de desfrutarem de um espaço protegido no qual se alimentam e voam, realizam seus rituais de acasalamento, cópulas e oviposições. Os ovos dali recolhidos encaminhados à casa de criação para continuidade do ciclo.
O borboletário desempenha importante função de educação ambiental.
Após esta visita conhecemos a área natural do entorno, repleta de borboletas que puderam ser registradas em vida livre.
José Dionísio Bertuzzo, Thomaz Barrella e Sabrina Martins, diretora do local,
nos levaram para um passeio pelas bordas de toda a Mata de Santa Genebra e ao final fomos recebidos pelo presidente da Fundação José Pedro de Oliveira, Sinval Dorigon.
Foi uma visita inesquecível a um fragmento valiosíssimo de nossas florestas originais.
CRÉDITOS:
Imagens: Deni Lineu Schwartz Filho e Maristela Zamoner
Ovos de borboletas são engenhosas e fascinantes obras microscópicas! Cada registro de oviposição é um momento único, no qual mergulhamos neste mundo tão minúsculo quanto lindo! Isto é observar borboletas!
Espécie: Phoebis neocypris neocypris (Hübner, [1823]).
Local: Curitiba, Paraná.
#borboleta #observaçãodeborboletas #biologia #ciência #natureza
Este vídeo conta sobre a visita que nós, Deni Lineu Schwartz Filho e Maristela Zamoner, fizemos ao Borboletário da Esalq.
Já na chegada olha o que encontramos, uma siriema passeando solta pelo campus... Fomos muito bem recebidos pelo João Angelo Cerinhoni. Ao conhecer sua sala, nos impressionamos com a quantidade de materiais relacionados ao trabalho com as borboletas. E foi nesta sala que começamos uma longa e muito agradável conversa. Antes de deixarmos sua sala, como não podia deixar de ser pedimos seu autógrafo em nosso exemplar do livro de sua autoria.
Na sequência passeamos pela área externa do borboletário, toda preparada para receber pesquisadores e alunos, ainda muito importante para a atração de borboletas. Neste espaço conseguimos registrar exemplares em vida livre.
E chegou o momento de conhecer o borboletário onde se encontram as borboletas adultas. Ali fotografamos escamas de adultos vivos, seus ovos e lagartas.
Em seguida conhecemos a sala de criação, onde as lagartas são alimentadas até se tornarem pupas das quais emergem os adultos que são levados ao borboletário.
Depois desta visita, uma surpresa extra, pudemos conhecer o formigário, mantido por Cerignoni há 22 anos com a mesma rainha.
Foi uma visita maravilhosa, que nos mostrou um trabalho belíssimo realizado por um homem extremamente dedicado ao que faz.
CRÉDITOS:
Imagens: Deni Lineu Schwartz Filho e Maristela Zamoner
Enredo e narração: Maristela Zamoner
Músicas: Músicas: Jazz Me Blues, de E's Jammy Jams, biblioteca Youtube e bensound-acousticbreeze