PALESTRA:
Répteis em Educação Ambiental
11 de junho de 2021 - 18h
Com o biólogo George Myler, mestre em Ciências Veterinárias, Educador Ambiental e RT do Criadouro DinoPet
TRANSMISSÃO:
Casa do Biólogo (Youtube)
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PALESTRA:
Répteis em Educação Ambiental
11 de junho de 2021 - 18h
Com o biólogo George Myler, mestre em Ciências Veterinárias, Educador Ambiental e RT do Criadouro DinoPet
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Você perdeu? Ainda é tempo, assine o canal da Casa do Biólogo no Youtube para não perder as próximas transmissões!
https://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/conheca-o-trabalho-do-museu-botanico-de-curitiba/59025
ATENÇÃO! IMPERDÍVEL! Inscreva-se no Canal da Casa do Biólogo, vem aí a palestra "Reprodução sob cuidados humanos e conservação no LORO PARQUE FUNDACIÓN" (Espanha), com a curadora Márcia Weinzettl!
https://youtu.be/L8h0jEu1DfA
PALESTRA:
Reprodução sob cuidados humanos e conservação no LORO PARQUE FUNDACIÓN (ESPANHA)
03 de junho de 2021
11h (Brasil)/15h (Espanha)
Com Marcia Weinzettl (Curator Loro Parque e Loro Parque Fundación - Espanha).
TRANSMISSÃO:
Casa do Biólogo (Youtube)
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City Nature Challenge - 2021
Grande Curitiba
27 de maio de 2021 – 17h
Com as acadêmicas da graduação de Engenharia Ambiental (UTFPR), Débora de Lima e Gabriela Graf
RESULTADOS
PALESTRA:
Conheça o Museu Botânico Municipal de Curitiba
Com o Dr. Marcelo Leandro Brotto, curador do Museu Botânico Municipal de Curitiba.
21 de maio de 2021 18h
TRANSMISSÃO:
Casa do Biólogo (Youtube)
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https://www.youtube.com/watch?v=WhSDS_mlaeU
Ementa:
· Breve histórico do Museu Botânico Municipal de Curitiba e de seu Herbário. O fundador do Herbário MBM, Dr. Gerdt G. Hatschbach; as coleções de plantas que possui e o seu funcionamento.
· Os projetos que o MBM apoiou nos últimos 10 anos: Sistema de Informações sobre a Biodiversidade Brasileira do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Flora do Brasil 2020, Herbário Virtual da Flora e dos Fungos, Inventário Florestal Nacional.
· As excursões recentes que resultaram em grandes descobertas no campo da botânica e as últimas publicações científicas. As últimas espécies novas que foram descobertas com base na coleção do MBM.
· O trabalho que está sendo realizado para implantar as coleções de plantas vivas no Jardim Botânico Municipal de Curitiba.
Encante-se com estas cenas que mostram a primeira jornada de um pequeno papagaio! Inscreva-se no canal da Casa do Biólogo para não perder os próximos vídeos!
As imagens foram produzidas no laboratório de incubação da Comfauna, Conservação e Manejo de Fauna, que se dedica a reprodução de aves da fauna brasileira.
https://www.youtube.com/watch?v=fEzcQmkx9QY
Inscreva-se no canal da Casa do Biólogo e não perca a palestra "A Ciência Cidadã e o biólogo", uma parceria com o Diretório Acadêmico de Biologia da Unitau.
Estréia do vídeo "Divisões da Ecologia" prevista para o dia 30 de abril, 19h
O vídeo mostra os níveis de organização ecológica. Inicialmente no âmbito do indivíduo: átomos, moléculas, organelas, células, tecidos, órgãos, sistemas, organismo. E em seguida, no âmbito propriamente ecológico: populações, comunidades, ecossistemas e biosfera.
https://www.youtube.com/watch?v=0bkgnaTF9tI
Aprenda rapidamente quais são as mais tradicionais divisões da ecologia são: autoecologia, demoecologia e sinecologia.
A autoecologia concentra o estudo em um organismo individual ou em uma espécie e sua relação com o ambiente.
A demoecologia, também conhecida como ecologia ou dinâmica das populações, avalia isoladamente as populações de determinadas espécies considerando densidades, tamanhos, dinâmicas e distribuições no tempo e no espaço.
A sinecologia, ou ecologia de comunidades, aborda grupos de organismos de várias espécies associadas. Existem diferentes abordagens para a sinecologia, como a descritiva (descreve grupos) e a funcional (estuda funções de grupos).
Agora veremos exemplos de cada uma delas, obtidos da prática profissional da autora.
O primeiro, é um estudo de autoecologia, no qual uma espécie de borboleta teve seu ciclo estudado no ambiente, reunindo informações sobre sua alimentação em fase adulta, comportamentos como rituais de acasalamento, oviposições e sua planta hospedeira.
A demoecologia é exemplificada por uma avaliação que mostra variações de abundância populacional de uma espécie ao longo de um ano e sua distribuição no espaço.
Exemplifica-se a sinecologia descritiva com um estudo que revela a composição de diferentes grupos formadores de uma comunidade, suas abundâncias e outros fatores como a distribuição espacial.
Já a sinecologia funcional é exemplificada por um estudo no qual quatro espécies de borboletas cujas fases larvais consomem a mesma planta hospedeira, foram estudadas quanto a preferência das estruturas vegetais para oviposição.
O vídeo explica em poucos minutos o conceito de Ecologia. Parte da origem etimológica da palavra, eco (oikos) que remete a casa, neste caso ao planete, e logia (logos) que abrange a ideia de estudo, conhecimento. Importantes pensadores da área são trazidos a pauta, como Haeckel, Humboldt e Odum. Os fatores abióticos (ambientais, como água, ar, nutrientes, luz e sol) e bióticos (seres vivos, como plantas, animais, fungos e microrganismos) são tratados como fundamento para compreensão do conceito de ecologia como ciência que os relaciona no escopo do estudo da estrutura e do funcionamento da natureza, considerando a humanidade como parte dela.
https://www.youtube.com/watch?v=GTTnoem9Ehk
Por Maristela Zamoner
Olá, sejam bem-vindos ao canal da Casa do Biólogo!
Meu nome é Maristela Zamoner e trago agora para vocês uma breve apresentação dos estudos que resultaram no livro Xerimbabo, fauna, história e Patrimônio Cultural.
A ideia deste estudo surgiu em 2016, quando eu cursava duas pós graduações ao mesmo tempo,
uma em História e Antropologia e outra em Direito Ambiental.
Formada em Biologia, já especializada em Educação Ambiental e mestre em Zoologia,
quis desenvolver as pesquisas para as duas monografias na área de fauna, interligando os conteúdos das duas pós-graduações, mas não tinha clareza de como conduzir esta caminhada.
E foi durante um café da manhã com seu marido, Deni Lineu Schwartz Filho, que ouvi dele sobre a publicação do 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Fauna Silvestre da Rnectas, ONG dedicada a combater o tráfico de animais. Esse documento trazia a pauta a questão do xerimbabo, animal da fauna silvestre mantido como de estimação pelas populações tradicionais em suas aldeias indígenas.
Naquele momento percebemos que o estudo da temática do xerimbabo tinha potencial para unir conteúdos técnicos de zoologia, história, antropologia e Direito Ambiental.
No âmbito da História e Antropologia a pesquisa abrangeu os significados do termo xerimbabo desde sua origem Tupi-Guarani até a atualidade. Fez parte desta pesquisa a análise de textos reveladores das relações afetivas entre indivíduos das populações tradicionais do Brasil com diferentes espécies animais e os conhecimentos envolvidos na prática dessas relações, conhecimentos esses, passados de geração a geração. Alguns extratos preciosos foram encontrados. Notemos este de JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES. Na obra O selvagem. Do ano de 1876.
Quem visita uma aldeia selvagem visita quase que um museu vivo de zoologia da região em que está a aldeia; araras, papagaios de todos os tamanhos e cores, macacos de diversas espécies, porcos, quatis, mutuns, veados, avestruzes, seriemas e até sucurijus, jibóias e jacarés já tenho visto nestas aldeias onde são alimentados pelos selvagens com acurada paciência. O xerimbabo do índio (o animal que ele cria) é quase uma pessoa de sua família.
Os textos históricos mostraram conhecimentos e hábitos humanos envolvendo as relações com a fauna, passados de geração a geração, deste as populações tradicionais até a atualidade.
São formas de expressão humana, são modos de criar, fazer e viver das populações tradicionais que se integraram à cultura brasileira. Este estudo avançou para conteúdos da iconografia histórica e foi possível reunir registros que ilustram esta relação afetiva, revelando a profundidade cultural da prática de manutenção de animais da fauna nativa como membro familiar, uma relação que demonstra nitidamente expressões e modos de criar, fazer e viver das nossas populações tradicionais.
Na pós-graduação em Direito Ambiental abriu-se o cenário conceitual do Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, sua importância, bem como a relevância de práticas sustentáveis e do bem estar animal.
A Carta Magna apresenta o Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:
I - as formas de expressão
II - os modos de criar, fazer e viver
O estudo completo demonstrou que a relação afetiva entre o xerimbabo, como componente da biodiversidade nacional, e o humano, é forma de expressão cultural, é modo de criar, é modo fazer e é modo viver.
Demonstrou-se ainda, que é imprescindível o embasamento além da zoologia, abrangendo a interconexão técnica entre as áreas da História, da Antropologia e do Direito Ambiental. O conhecimento de apenas uma destas áreas isoladamente, é insuficiente para subsidiar seriamente este estudo.
...a prática do xerimbabo tem, portanto, atributos de patrimônio cultural imaterial, uma vez que:
- depende de saberes específicos sobre modos de criar, fazer e viver, e
- como bem de natureza imaterial, porta referência à identidade, à ação, à memória
de grupos tradicionais indígenas formadores da sociedade brasileira.
Para preservação da cultura imaterial do xerimbabo, conclui-se que é pertinente a proposição de seu registro no Livro de Registros de Saberes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), uma vez que sua sobrevivência depende da preservação de conhecimentos e modos de fazer enraizados no cotidiano das comunidades multiculturais brasileiras.
As duas monografias, uma em História e Antropologia e outra em Direito Ambiental se complementaram revelando a relação entre a fauna, a história cultural de nossos povos tradicionais e o arcabouço legal brasileiro definidor do nosso Patrimônio Cultural Imaterial.
Na produção do livro foi acrescido um novo capítulo sobre a relação das populações tradicionais do Brasil e a fauna sob o olhar do bem estar animal e da sustentabilidade.
O livro foi prefaciado por Deni Lineu Schwartz Filho, que afirma...
Poucos relatos registram a criação de animais pertencentes a nossa fauna nativa para fins alimentares, o que explicaria o país mais biodiverso do mundo, o Brasil, possuir apenas uma espécie nativa de animal considerada como doméstica (Cairina moschata).
Paradoxalmente, desde sua chegada os europeus registraram vastamente a marcante presença de animais cativados nas aldeias indígenas brasileiras.
Assim, estabelecia-se relação de afetividade entre indígenas e papagaios, araras, maritacas, jacus, mutuns, macacos, tatús, caititus, antas, quatis, jaguatiricas, cachorros do mato e mesmo invertebrados como as nossas abelhas sem ferrão (Meliponinae).
A cultura indígena de manter animais nativos como xerimbabos foi amplamente assimilada por grupos humanos de diversas partes do planeta. Entretanto, no Brasil esta cultura não recebe a valorização merecida...
Enquanto isso, a maioria dos países desenvolvidos cria, e até domestica, muitas das nossas espécies em grande escala. Nesse processo perdem-se nossas raízes culturais, o conhecimento precioso guardado por populações indígenas e a oportunidade de entender e conservar nossas espécies.
Há muito se faz necessário resgatar e documentar nossas raízes culturais no tocante à relação entre os povos pré-colombianos e a extraordinária e inigualável fauna nativa. Com esse intuito a autora se debruçou sobre os relatos dos grandes naturalistas, mostrando que a relação afetiva entre humanos e animais de estimação da fauna nativa é antiga.
Além de resgatar valores culturais, a presente obra é ainda muito oportuna, afinal, a cada dia se amplia o reconhecimento da importância tanto da preservação da fauna nativa, quanto do papel dos animais de estimação para qualidade de vida humana.
Leis não moldam costumes, os costumes definem as leis.
Assim, livro abre a discussão sobre um importante desafio:
Como harmonizar os aspectos culturais, os costumes, com o uso sustentável e a conservação da biodiversidade?
O livro está livremente disponível para ser baixado pela internet, no portal da Comfauna Livros.
Baixe aqui: http://comfauna-livros.blogspot.com/p/resumo-os-povos-indigenas-relacionam-se.html
Palestra: Educação Ambiental com animais
Ministrante: Maristela Zamoner
03 de abril
de 2021
10h30min
TRANSMISSÃO:
Casa do Biólogo (Youtube): https://www.youtube.com/watch?v=R3VMGBXZHUY
INSCREVA-SE
no canal.
Os certificados são fornecidos apenas para os parceiros do canal, consulte: https://apoia.se/ciencialivre
MINICURSO
Ciência cidadã e biodiversidade
Com Maristela Zamoner
27 de março de 2021
Módulo 1 - 17h00min
Módulo 2 – 19h00min
TRANSMISSÃO:
Casa do Biólogo (Youtube) INSCREVA-SE no canal.
Ementa:
Módulo 1. Introdução à Ciência Cidadã
PROGRAMAÇÃO:
Escola de Biodiversidade
Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade
(ICTBio) promove:Palestra: Alterações climáticas e biodiversidade
Com: Com Felipe Augusto Hoeflich Damaso de Oliveira. Doutorando em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável - Universidade de Lisboa.
20 de março de 2021
Horário Brasil: 17h
Horário Portugal: 20h
Transmissão:
Casa do Biólogo (Youtube)
INSCREVA-SE.
por Maristela Zamoner
Parabéns Roberto Cyrino!
Ver esse registro me enche de alegria!
Lembro que registrei a espécie em 2019 (ela ainda não havia sido descrita), o que veio a ocorrer meses depois e foi no ano seguinte, 2020, que outro cientista cidadão, Aaron Soh da Singapura, que nos acompanha pelo iNaturalist participando consistentemente das identificações, sempre as justificando generosamente em favor do crescimento de toda a rede, reconheceu as características da espécie recém descrita e nos informou pela própria plataforma. Aí notamos um pouco da importância de uma estratégia de empoderamento autêntico e justo do cientista cidadão. A participação de Aaron foi decisiva, por causa dela escrevi para o descritor da espécie, Zsolt Bálint, este, um cientista profissional do Museu da Hungria. Ele respondeu prontamente, não só reconheceu a espécie como falou em rever sua distribuição. Foi realmente uma união de forças preciosa. Os detalhes estão no último capítulo do livro “Discussões sobre Fauna” que publicamos recentemente e pode ser acessado livremente (http://comfauna-livros.blogspot.com/.../discussoes-sobre...).
Acho importante você escrever para o descritor da espécie a fim de obter dele um parecer, afinal, hoje, ninguém conhece melhor a espécie do que ele, seu contemporâneo descritor!
Ainda, notamos informação valiosa que as fotografias guardam nos dois registros, em ambas o exemplar parece estar na mesma espécie vegetal. No primeiro registro a planta foi identificada como Baccharis dracunculifolia pelo corpo técnico de cientistas profissionais do Museu Botânico do Jardim Botânico de Curitiba. Podemos providenciar a confirmação da espécie vegetal do segundo registro. Há uma possibilidade de se tratar da hospedeira, não seria a primeira espécie desta família a se reproduzir nesta planta. A descoberta de oviposições e do ciclo da espécie pode trazer mais esclarecimentos, quiçá indicar estratégias de conservação tanto in situ quanto ex situ e até viabilizar o fornecimento de exemplares em excelente estado para coleções, sem retirada de adultos dos tão fragilizados ambientes naturais, ou mediante sua reposição.
Por sinal, notemos que os dois registros foram feitos em ÁREA URBANA, o primeiro em uma Unidade de Conservação ilhada por cimento, de apenas 59 mil metros quadrados, bastante impactada, porém, pesquisada em imersão, algo semelhante ao que entendi estar sendo feito por você no local do segundo registro. A segunda constatação da espécie feita por você, foi bem próxima a outra Unidade de Conservação urbana que tenta preservar um pouco do que sobrou das nossas tão ricas quanto raras áreas de campos naturais. As duas unidades de conservação estão distantes uma da outra, porém ambas dentro da cidade, o que indica que temos chance de mais encontros com esta espécie em áreas de conservação urbanas, e, com a informação da planta, temos um ponto de partida até mesmo para busca de fases jovens.
Parabéns mais uma vez Roberto, é um registro maravilhoso que enseja mais atenção ainda em campo e investimento de energias na busca do conhecimento do ciclo de vida da espécie!Atenção, não perca a palestra "Borboletas do meu quintal", com Maria do Carmo Caixeta, autora do livro "Borboletas do meu Quintal".
06 de fevereiro, 10h30min
Transmissão pelo canal da Casa do Biólogo (Youtube).
Uma iniciativa da Escola de Biodiversidade do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade - ICTBIO.
Registro ICTBIO:MAB:CEE:2020-0278A-C, Coleção Ecológica de Entomologia, Museu Aberto de Biodiversidade - MAB, Instituto de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade -ICTBIO.
www.ictbio.org
#borboleta #butterfly #biodiversidade